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Expansão do IJF, com 226 novos leitos, deve ser concluída até 2017

Novo prédio vai ser construído ao lado da estrutura atual, com estacionamentos no subsolo e quatro pavimentos. Obra tem custo de R$ 74,6 milhões. Equipamento já deve funcionar após conclusão da primeira etapa, em 2016.

Para desafogar a rede de urgência e emergência do Estado, deve começar ainda este ano a ampliação do Instituto Doutor José Frota (IJF), obra com custo estimado em R$ 74,6 milhões, por meio de uma parceria entre os governos federal (responsável por 50% dos recursos), estadual (30%) e municipal (20%). A ação, integrante da Agenda Fortaleza, foi anunciada na tarde de ontem pelo prefeito Roberto Cláudio (Pros) e pelo governador Camilo Santana (PT).

A expansão vai funcionar em um novo prédio, equipamento chamado de IJF 2, que será erguido onde hoje funciona o estacionamento dos servidores, na rua Antonio Pompeu, no Centro, ao lado do hospital. Serão 206 novos leitos hospitalares, aumentando o número de 461 para 667, incluindo 30 leitos de terapia intensiva e 20 de semi-intensiva, além de 20 leitos de sala de recuperação pós-anestésica (SRPA), nove salas cirúrgicas e serviços de ressonância magnética e hemodinâmica, dos quais a unidade atual não dispõe.

Sobre prazos da obra, Roberto Cláudio afirmou que as intervenções começam até a primeira quinzena de dezembro próximo. A conclusão deve ocorrer em 24 meses, e todo o equipamento deve estar concluído até dezembro de 2017. O prefeito estima, porém, que o IJF 2 já passará a funcionar ao fim de sua gestão, em dezembro de 2016, quando deverá estar concluída a primeira etapa do projeto - térreo e primeiro andar, com 132 leitos de retaguarda e salas cirúrgicas.




Custos

Roberto Cláudio defendeu que será preciso readequar os custos do hospital para garantir a manutenção. “É um cenário de poucos recursos. Então, expandir leitos em hospitais existentes em que o custo fixo dele permite esse tipo de expansão é uma saída em que a gente aumenta a capacidade de produzir serviços, ao passo que faz isso com custeio bem barato”, avaliou o prefeito.


“Num primeiro momento o impacto é praticamente nenhum porque são leitos de retaguarda. Quando a gente for abrir leito de UTI, que é a segunda fase, aí sim haverá um impacto importante”, disse RC. Ele acrescentou que, para leitos de UTI, o Ministério da Saúde já tem uma política especial de financiamento (a pasta entra com 50%) e o ministro Arthur Chioro “já sinalizou que deverá ter incremento de incentivos”.

Saiba mais

O prefeito avaliou que com os 132 leitos da primeira etapa da expansão, mesmo nos dias de pico, o IJF não terá mais pacientes atendidos em corredor.

A construção de um IJF 2 foi uma das principais propostas de campanha do deputado estadual Heitor Férrer (PDT), no pleito à Prefeitura em 2012.

A última ampliação do IJF foi realizada em 1993, na gestão do prefeito Juraci Magalhães. É considerado o maior hospital de urgência e emergência do Estado.

Na expansão, as torres terão conexão por meio de duas passarelas. A rua Antônio Pompeu será fechada no trecho. No lugar, será construída uma área de convivência.

Fonte: O povo

Por Nando
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