A britânica J.K. Rowling (foto), autora das histórias de Harry Porter, disse que tem sido intimidada por cristãos fundamentalistas.
Deu um exemplo: “Uma vez fui confrontada por um cristão em uma loja de brinquedos aqui em Nova Iorque. Eu não tinha ideia de que a frase “Estou orando por você” pudesse ser tão intimidadora”.
Ao receber o prêmio Pen, ela defendeu a liberdade de expressão, incluindo a daqueles que a acusam de tentar converter as crianças ao satanismo.
Afirmou que, em contrapartida, ela é livre para explicar que os seus livros se inspiram na natureza humana e na moralidade.
“Também, dependendo de qual lado da cama eu tenha saído, tenho a liberdade de dizer que meus críticos são idiotas.”
Argumentou que a liberdade de pessoas como Donald Trump de dizer o que bem quiser garante a liberdade de expressão dela. É por isso que “ele [Trump] tem o meu apoio para vir ao meu país e ser lá ofensivo e intolerante”.
A PEN America é uma organização de 90 anos que se dedica a liberdade de expressão por intermédio da literatura e informação.
(Paulopes)
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