Segundo o delegado da Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa), Levy Louzada, no celular do suspeito havia imagens de sexo explícito e das vítimas com peças íntimas.
O conteúdo era mostrado para as vítimas a fim de convencê-las de que a prática era “normal”. Presentes e dinheiro também eram oferecidos para evitar qualquer denúncia.
Conforme o titular da Dececa, os crimes sexuais ocorriam dentro das residências das vítimas, quando a presença dos responsáveis era ausente. Em alguns casos, as crianças eram abusadas até mesmo quando estavam doentes. Levy afirma que, por ser um representante de uma igreja evangélica, a conduta do pastor não apresentava suspeitas para os pais das crianças.
A denúncia sobre o crime ocorreu após uma das vítimas já adolescente ter revelado ao pai sobre crime durante uma discussão familiar. Um mandado de prisão foi emitido ao receber informações de que o pastor pretendia fugir.
Uma equipe da Polícia Civil foi acionada e efetuou a prisão do religioso. No primeiro momento, o homem negou as acusações, mas imagens de sexo explícito foram encontradas dentro do celular, caracterizando como crime de pedofilia.
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